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agosto 23, 2010 por admin | Marketing Digital

Não perca amanhã o Magowebinar “5 pontos essenciais em uma campanha de marketing digital político”

O início da propaganda eleitoral gratuita no dia 17 mostrou mais uma vez como este modelo de comunicação se encontra desgastado. Limitados pelo tempo de exposição, regras rígidas nos debates e pelo “discurso pronto”, os candidatos soam artificiais e muito parecidos em suas propostas. Este é um dos principais motivos pelo qual a internet deve ganhar papel cada vez mais importante na política, a partir desta eleição. Ao contrário da mídia tradicional, a web (através das mídias e redes sociais como Twitter, Orkut, Facebook ou YouTube) permite que os candidatos possam se expressar de forma mais livre e autêntica. Cabe ao marketing digital político explorar essas oportunidades, fortalecendo o vínculo entre o candidato e seus simpatizantes, trabalho que não se restringe apenas ao período eleitoral.

Para abordar esse tema, a Magoweb promove no dia 25 o Magowebinar “Conheça os 5 pontos essenciais em uma campanha de marketing digital político”. A palestra virtual será dividida em duas partes: na primeira serão apresentados os principais aspectos da internet que precisam ser levados em conta pelo político ou partido no desenvolvimento de suas estratégias; na segunda serão apresentados exemplos e resultados desse trabalho.

A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site www.magoweb.com.

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agosto 23, 2010 por admin | Marketing Digital

Artigo | ERM e o database marketing na política

Você deve estar se perguntando: O que é ERM?

Na verdade, esse termo não existe. Ou passou a existir nesse momento.

O ERM ( Elector Relationship Management) tem o mesmo objetivo do CRM (Customer Relationship Management). Porém, adaptado à realidade política.

O CRM é cultuado (mas pouco utilizado ainda) por permitir que uma empresa conheça minuciosamente detalhes e preferências sobre seus clientes. O que proponho aqui é uma adaptação ao mundo da política.

O “cliente” do partido político ou do próprio político em si é o eleitor. Todos conhecem a famosa fama de políticos, que “em época de campanha, aparece… mas depois, esquece de quem votou nele”. Pois bem. A população em si torna-se cada vez mais exigente. E independentemente disso, os eleitores merecem toda a atenção por parte de quem foi eleito.

A utilização de tecnologia na política é algo sem volta. O mundo é online, e o marketing político digital deve cada vez mais influenciar o voto da população. Então, se existem estratégias que dão tão certo no marketing digital, podemos adaptá-las e obter muito sucesso assim.

É isso que proponho com o ERM. Conhecer melhor os eleitores, suas preferências e, assim, manter um relacionamento constante com eles, obtendo um resultado em longo prazo muito interessante.

Poucos políticos trabalham o database marketing corretamente. Estamos ainda no tempo do “agradar o eleitor”.

Portanto, temos aí uma ótima oportunidade para os políticos “mudarem” um pouco essa imagem. Vamos a algumas informações interessantes que podemos obter do eleitor.

Dados pessoais: Não, não estou falando de RG e CPF. Mas de informações como nome, endereço, idade, sexo, e-mail e telefone celular.

Dados demográficos: Classe econômica, escolaridade, ocupação, dados sobre a família e outras varáveis desse tipo.

Preferências políticas: Qual partido é o preferido do cidadão, qual candidato tem a imagem do político ideal para ele, quais qualidades fazem um bom político e quais defeitos atrapalham sua imagem.

Principais problemas: Quais os principais problemas que ele enfrenta, o que gostaria que mudasse e enumeração dos problemas por ordem de preferência.

Principais áreas de interesse: Quais tipos de informações ele gostaria de ser atualizado periodicamente sobre o governo ou ações de políticos.

Relacionamento de contatos: Relacionar contatos que possam se conhecer.

Informações sobre mídias: Quais mídias costuma buscar informações e equipamentos que utiliza.

E o que podemos fazer com esses dados? Várias estratégias interessantes para manter conhecimento sobre seus eleitores e, principalmente, fazer com que eles “percebam” sua presença e de seu partido na vida deles.

Através de blogs, e-mail marketing, SMS e outras formas de comunicação, você poderá informar seu eleitor sobre melhorias nos problemas de seu dia-a-dia, obter informações sobre suas opiniões através de pesquisas online e conseguir atingir o maior objetivo de tudo isso: Fazer seu nome ou partido estar presente no cotidiano dos eleitores.

Pode ter certeza que, dessa forma, além de mudar sua imagem frente aos eleitores (pois, finalmente, você irá conhecê-los a fundo), os ganhos em marketing atingirão um patamar nunca antes imaginado.

Mostre que se importa com eles e com seus problemas, informe-os de todas as ações que está realizando para melhorar suas vidas. Conheça como é a vida de cada um. Faça um por um deles se sentirem como devem sentir: o motivo pelo qual seu trabalho na política é realizado todos os dias. Saia na frente de seus concorrentes.

Mayko Franceschi é consultor de marketing digital da Magoweb

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agosto 23, 2010 por admin | Marketing Digital

Artigo | Candidatos nesta eleição têm de lembrar que nada se apaga na internet

Especialistas políticos estão reticentes em relação à arrecadação pela internet de pessoas físicas para os candidatos, permitida durante estas eleições. Dizem que a falta de confiança na política brasileira não dará frutos para este novo sistema. Já na cabeça da população deve vir a ideia de que “laranjas” doarão e que tudo terminará em pizza. No entanto, inicia-se aqui um divisor de águas nos hábitos eleitorais dos brasileiros. A construção de um maior engajamento político começa agora. Talvez plantado para as futuras gerações que já estão acostumadas em navegar na internet e se expor nas redes sociais, respondendo as perguntas mais cabeludas no Formspring, e mantendo a frase “minha vida é um livro aberto” mais atual que nunca. Mas uma nova fase inicia-se agora. E um caminho sem volta.

A internet traz inúmeras mudanças e talvez uma moralização na política brasileira. Nos bastidores, marketeiros políticos começam a sentir que suas verbas de campanha estão reduzidas este ano. Isto porque muitas empresas, que antigamente não precisavam se identificar como doadoras, não querem agora aparecer e ter seu nome ligado a partido ou a candidatos, e configurar em sites com o da ONG Transparência Brasil (www.transparenciabrasil.org.br) empenhada em combater a corrupção em terreno verde-amarelo.

É aí que está o X da questão. Os sites, as redes sociais são armas importantíssimas para fazer com que a honestidade e transparência se tornem uma obrigação no meio político. É esta transparência, ao qual os jovens estão tão acostumados na internet, que guiará as campanhas daqui pra frente.

Para os que optaram por fazer a arrecadação pelo site por meio de doações de pessoas físicas terão de obedecer regras muito rígidas do Tribunal Superior Eleitoral, pois se houver alguma irregularidade na hora da prestação destas contas, o candidato corre o risco de ter sua posse impugnada ou nem participar de futuras eleições. Mas os que forem ousados em apostar nesta nova ferramenta, cumprindo claramente as suas propostas, terão armas poderosas de fidelização de eleitores. Afinal quem tira o dinheiro do bolso para apostar num político é porque acredita muito em seus projetos.

Muda-se o relacionamento do candidato com o eleitor. O doador se torna um cliente que comprou um produto e quer testá-lo. E se não aprovar, pode ter certeza de que ele não pensará duas vezes para criar blogs, postar em seu You Tube, Facebook ou Twitter que sua escolha não foi bem feita. Hoje jovens já bloqueiam candidatos que tentam fazer aproximações sem nenhum propósito nas redes sociais.

Portanto, políticos ainda podem driblar as pessoas que ainda não têm acesso à internet atualmente (infelizmente mais de 60% da população brasileira) e não conseguem obter tanta informação. Mas não por muito tempo, pois se dizem que o brasileiro não tem memória, isso não será mais o problema, pois na internet nada se apaga.

*Sandra Takata – diretora de Atendimento e Mídia Digital da Versátil Comunicação Estratégica (www.versatilcomunicacao.com.br)

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agosto 23, 2010 por admin | Marketing Digital

Artigo | O Twitter na política

O Twiiter está na moda. Pessoas, empresas, entidades… todos tem seu perfil no microblog. Como era de se esperar, os políticos não poderiam ficar de fora. Mas como deve ser o “comportamento” deles no Twiiter? É disso que este artigo trata, de como deve ser as ações realizadas por um político no Twitter.

Como está descrito no livro “Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter”, a melhor definição para ele na política é a versão online do corpo-a-corpo eleitoral (andar por um bairro e escutar o que os eleitores tem a dizer – seja bom ou ruim).

Ninguém soube aproveitar tão bem o Twitter quanto Barack Obama, onde compartilhava sua agenda e debatia assuntos relacionados a campanha, gerando muito interrese por parte da população.

O uso de utilização de outras ferramentas que não seja o site por parte de políticos foi liberado no Brasil. Então, o Twiiter se tornou uma das melhores opções. Todavia, alguns critérios, como o “direito de resposta”, caso alguém faça alguma referência a um determinado candidato ou político, pode ter efeito contrário, pois a internet é um meio que não responde muito bem a regras e imposições, podendo gerar mais barulho ainda.

Um grande exemplo do poder do Twiiter na política foi em 2009 no escândalo envolvendo o ex-presidente José Sarney. Através da tag #forasarney foram disseminados milhares de protestos.

Mas vamos aos pontos onde o Twiiter pode fazer a diferença?

Distribuição rápida de informação: Quando você Twitta algo interessante, essa informação se espalha de forma exponencial e extremamente veloz.

Consciência de grupo: No Twitter, todos têm direito a falar. Ao encontrar pessoas que compartilhem a mesma visão, um debate muito valioso é iniciado, criando interação entre pessoas que lutam por uma mesma causa.

Organização e coordenação de ações: Existem casos, como na China, que manifestantes se organizam pelo Twitter para enfrentar a censura.

Criar vínculos com a sociedade: Por ser um canal aberto ao público, permite uma interação e aproximação nunca antes vista com o mesmo.

Oportunidade única para debate: As pessoas adoram discutir assuntos relacionados a sua vida. Promova discussão sobre temas pontuais de campanha, descobrindo a opinião das pessoas sobre o assunto e chamando atenção para sua campanha.

Informação: Seja o primeiro a repassar informações que sejam interessantes aos eleitores, para que eles também possam repassar adiante.

Por favor, sem discursos: Ninguém lhe dará intenção se sua intenção é fazer um discurso de TV no Twiiter. Participe da conversa normalmente e, principalmente, preste atenção no que eles falam.

Mudar a imagem dos políticos: Responda as críticas com atenção e respeito. É uma ótima oportunidade de ganhar respeito por parte do eleitor, que consegue ver que você não foge da conversa, gerando interesse por parte de outras pessoas.

Existe vida além da política: Fale sobre outros assuntos também. Um político também é um ser humano, que assiste filmes e tem opiniões próprias sobre outros assuntos.

Transparência sempre: Se for o próprio político que Twitta, ok. Mas se não for, deixe isso bem claro no perfil. Isso é uma exigência. Não há problema algum em ter uma equipe que responde. As pessoas apenas gostam de saber com quem estão falando.

Não precisa responder tudo: Junte questões parecidas e responda. Quanto a outras questões, não necessita responder todas, pois as pessoas sabem que você é uma pessoa ocupada com outras tarefas.

Faça parte do todo: Repasse aos seus seguidores informações que achar interessante. Faça a informação circular.

Sempre lembrando que você deve analisar tudo que é falado e é de seu interesse. Interaja sempre. Se não pode fazê-lo e não sabe quais atitudes deve tomar (pois estamos falando de sua imagem perante os eleitores, algo muito sério), contrate uma agência especializada no assunto para lhe prestar a consultoria adequada.

Outro ponto importante é lembrar que, na internet, uma informação espalha-se em minutos (e geralmente as coisas ruins são muito mais rápidas). Faça um ótimo planejamento antes de entrar na moda do Twitter e das mídias sociais.

Penso que, diferentemente dos EUA, ainda não será esse ano que a internet irá ter a merecida atenção nas eleições que deveria ter. Comece a pensar em ter um planejamento realmente eficiente e que possa fazê-lo ser referência daqui em diante. Principalmente para o partido que necessita “virar o jogo”, um bom planejamento é essencial.

Mayko Franceschi é consultor de marketing digital da Magoweb

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agosto 23, 2010 por admin | Marketing Digital

Como criar uma campanha de marketing digital político

Veja apresentação preparada pela Magoweb e saiba como desenvolver uma campanha de marketing político digital.

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agosto 2, 2010 por admin | Marketing Digital

Agosto é o Mês do Marketing Digital Político

O Brasil já possui quase 70 milhões de internautas, que passam quase três vezes mais tempo diante do computador do que da TV. O país é o terceiro com maior número de usuários de redes sociais e o segundo no Twitter. Quase 60% das pessoas só concretizam um negócio depois de pesquisar a web.

Sem dúvida, a internet já faz parte de nossas vidas: no trabalho, no lazer, nas compras, nos negócios. E em 2010 vai passar a fazer parte também da nossa política. Pela primeira vez no Brasil as redes e mídias sociais terão poder de influência sobre as eleições para presidência, governos estaduais, senado e Câmara dos Deputados. Se o impacto será tão grande quanto o que elegeu Barack Obama nos EUA ainda é cedo para dizer, mas com certeza vai mudar a forma de se fazer política no país.

Por um lado, amplia-se a possibilidade de comunicação dos candidatos (que não se restringe mais apenas à mídia tradicional e ao jurássico “horário eleitoral gratuito no rádio e na TV”) garantindo repercussão imediata, como o recente “twitaço” da candidata Marina Silva, que garantiu 100 mil novos seguidores em apenas um dia. Por outro, abre um canal direto para o eleitorado acompanhar, e cobrar, os seus candidatos, o que os obriga a serem mais transparentes em suas ações.

Para abordar o papel do marketing digital como influenciador nas campanhas políticas, a Magoweb promove em agosto o “Mês do Marketing Digital Político”, abordando artigos, tutoriais e apresentações sobre como o Twitter, Facebook, Orkut, blogs e demais sites de mídias e redes sociais podem ser usados na política: tanto para os candidatos se aproximarem do eleitor quanto para o eleitor escolher o seu candidato. E no dia 25, às 16h30, não perca a palestra virtual Magowebinar “Conheça os 5 pontos essenciais em uma campanha de marketing digital político”. Participe e faça a inscrição gratuita pelo site www.magoweb.com.

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agosto 2, 2010 por admin | Marketing Digital, Uncategorized

Conheça os regulamentos da campanha eleitoral pela internet

A campanha política via internet, regulamentada recentemente, é comentada pelo consultor da Magoweb Mayko Franceschi, que esclarece algumas das principais regras:

1 – Autoriza-se na internet a propaganda eleitoral em sites, blogs, redes sociais, sites de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.

2 – Foi permitido o uso de e-mail marketing desde que se faça uso de endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato. A mensagem deve conter mecanismo eficiente de descredenciamento – que deve ser providenciado no prazo de 48 horas – aplicando-se multa caso sejam enviadas mensagens após o término do prazo autorizado de propaganda.

3 – A propaganda em jornal impresso poderá ser reproduzida na versão online do jornal, devendo constar do anúncio de forma visível o valor pago pela inserção.

Comentário: Na versão impressa não precisa do valor, só na online.

4 – Foi proibido qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet e a veiculação de banners de candidatos, ainda que de forma gratuita, cabendo a aplicação de multa no valor entre 5 mil reais a 30 mil reais ao responsável pela divulgação da propaganda e ao beneficiário, quando comprovado seu prévio conhecimento.

Comentário: Banner não pode, nem links patrocinados.

5 – Os candidatos ofendidos por mensagens veiculadas na internet ou outras formas de comunicação eletrônica têm garantido o direito de resposta. Esta deve ser publicada no mesmo veículo, espaço, local, horário, página eletrônica, tamanho, caracteres e outros elementos de realce usados na ofensa, em até 48 horas após a entrega da mídia física com a resposta do ofendido. A resposta deve ficar disponível aos usuários do serviço de internet por tempo não inferior ao dobro em que esteve disponível a mensagem considerada ofensiva, correndo os custos da veiculação da resposta pelo responsável pela propaganda original.

6 – Os sites que veicularem conteúdo ofensivo poderão ser retirados pela Justiça Eleitoral pelo prazo de 24 horas, devendo constar na página inicial que se encontra temporariamente inoperante por desobediência à legislação eleitoral.

7 – Foi prevista ainda a responsabilidade do provedor de conteúdo e de serviço multimídia que hospeda divulgação de propaganda eleitoral, caso não tomem as providências determinadas pela Justiça Eleitoral para cessação da divulgação.

8 – Quanto à propaganda por celular (SMS), vale lembrar que recentemente a Anatel proibiu as operadoras de telefonia de enviar mensagens publicitárias sem a autorização do usuário.

9 – A Resolução 23.216 é o instrumento legal que dispõe sobre a arrecadação de recursos financeiros de campanha eleitoral por cartão de crédito. O TSE se reuniu com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços e a Federação Brasileira de Bancos para debater as normas sobre doação por cartão de crédito e discutir sobre o formato do extrato eletrônico da conta bancária obrigatória de campanha, assim como o processo fiscalizatório dessa modalidade de arrecadação.

10 – Foi permitido o recebimento de doações em dinheiro e cartão de crédito através do site oficial de campanha, sendo necessária a identificação do doador. Somente se admite a doação por cartão de crédito por pessoas físicas, proibido o parcelamento e a doação através de cartões corporativos ou emitidos no exterior.

11 – A página do candidato, vice, suplente, comitê financeiro e partido político somente podem ser registradas sob o TLD “.br”. Permite-se a arrecadação até a data das eleições, devendo no dia seguinte ser desabilitado do site o aplicativo de arrecadação online.

12 – Caso seja detectada pela Justiça Eleitoral a ocorrência de fraudes ou erros, somente deixará de ocorrer qualquer responsabilidade, assim como a rejeição das contas eleitorais, caso se comprove que estas foram cometidas sem conhecimento de candidatos, comitês financeiros e partidos políticos.

13 – O recibo eleitoral é considerado documento oficial de campanha e sua emissão é obrigatória para todo e qualquer tipo de doação. O modelo padronizado contém os seguintes dados: registro, número do recibo eleitoral, número do documento; tipo de doação; espécie do recurso; quantidade de parcelas, número do CPF do doador; nome do doador, da doação; valor da doação; número da autorização.

14 – Admite-se a emissão de recibo eletrônico, hipótese em que é dispensada a emissão da via do beneficiário da doação.

15 – Atenção para o cumprimento dessas determinações, pois se o TSE considerar que se trata de doações não identificadas, os recursos recebidos serão transferidos ao Tesouro Nacional.

16 – A Justiça Eleitoral exige que todas as doações por cartão sejam lançadas individualmente, admitindo que as taxas cobradas pelas administradoras sejam contabilizadas como despesa de campanha.

17 – Coube às administradoras de cartão de crédito a responsabilidade de encaminhar ao TSE arquivo eletrônico contendo os dados, número, valor bruto de débito e valor bruto da operação de crédito, devendo ser obedecido o layout do modelo do Protocolo do Emissor de Cupom Fiscal do Conselho Nacional de Política Fazendária.

18 – Em relação aos candidatos, comitês financeiros e partidos políticos devem as administradoras informar o detalhamento das doações recebidas, com identificação do CPF do doador.

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agosto 2, 2010 por admin | Marketing Digital

Artigo | Planejando a presença de seu candidato na internet

Mayko Franceschi

O que faremos aqui é basicamente um passo a passo de como planejar a presença de um candidato na web. Vamos então aos pontos mais importantes nesse processo.

Identifique quem é seu público-alvo: A primeira tarefa que devemos fazer é identificar quem são nossos possíveis eleitores.

A segmentação é muito importante, pois geralmente um candidato se identifica mais com um grupo da população. Seja do ponto de vista profissional (um participante de algum sindicato) ou do ponto de vista das necessidades (pessoas que vivem problemas ligados a saúde, por exemplo).

Outro ponto importante é saber dados demográficos sobre seus possíveis eleitores.

Com essas informações em mãos, visite o site do Cetic (www.cetic.br) e descubra se esses possíveis eleitores tem acesso à web, quanto tempo passam online e outras informações pontuais para definição se a web é ou não um canal interessante para aquele candidato (sim, não é para todos que vale a pena).

Análise do candidato: Agora é a hora do levantamento do briefing, mas um briefing que buscará por informações um pouco diferentes.

Qual é a imagem que o candidato? Essa informação é de extrema importância, pois você reforçará essa imagem durante toda a campanha.

Essa é a hora de saber qual a quantidade aproximada de votos para ser eleito e principalmente todos os “podres” do mesmo, que vai te deixar preparado para enfrentar possíveis ataques de opositores.

Definição das ferramentas: Quais ferramentas serão utilizadas para se alcançar o resultado esperado?

O site é algo obrigatório. Será lá que todo o material será postado, além de ser o único local na web em que o candidato pode fazer o que quiser (menos atacar os adversários). Minha preferência é pela dupla site + blog  juntos.

Mas para desenvolver o site, é preciso levar em conta os dados colhidos anteriormente. O que seus eleitores esperam? O que eles buscam encontrar num candidato? Quais seus problemas principais? Tudo isso deve ser levado em conta na produção do site.

Quanto as mídias sociais, leve em consideração o que pode fazer realmente diferença, se seu público está lá e se a equipe dará conta de manter todas elas trabalhando em conjunto. É melhor trabalhar bem em duas do que mal em dez.

Outras ferramentas que podem ser interessantes mas complicadas de utilizar são virais e novas tecnologias, tudo com o objetivo de fazer barulho em nome do candidato.

Cronograma de ações: É muito importante definir um cronograma. Ele fará com que a campanha fique organizada e que você consiga pensar em cada ponto no momento correto.

Relacionamento com o database marketing: Como será o relacionamento com as pessoas? Seu candidato tomará a frente nas discussões? Irá propor o caminho a se seguir? Definirá o plano de campanha perguntando as pessoas o que realmente é mais importante para elas?

Deve-se definir qual tipo de postura iremos assumir e manter esse método durante toda a campanha. Só mude caso seja identificado na etapa de monitoramento que a estratégia está dando errado.

Treinamento da equipe: Agora é hora de definir quem participará do projeto e deixar toda essa equipe “azeitada”.

O ideal é que todos tenham uma versão resumida de todo o planejamento, e em particular com mais detalhes sua participação nesse plano.

Saiba escolher muito bem as pessoas que serão os seus “cabos eleitorais virtuais”.

Implementação do plano: Agora é hora de iniciarmos as ações e estratégias previamente traçadas para seu candidato alcançar o objetivo final de tudo isso: se eleger.

O ponto mais importante para aquele que for o responsável geral pelo marketing digital político é manter a equipe focada, seguindo o cronograma proposto e fiscalizar cada “elo” do plano, ou seja, cada pessoa. Um “elo” fraco faz toda a corrente quebrar.

Saiba identificar também o que está dando certo e o que não está. Esteja atento para modificar estratégias caso seja necessário.

Monitore tudo: O grande ponto da estratégia é o monitoramento. Além de utilizar de ferramentas web para o mesmo, deve-se utilizar o bom senso e analisar cada item colhido.

Deve-se utilizar esses dados para se definir qual o melhor caminho a seguir, qual estratégia está trazendo mais resultados, qual ferramenta ou tipo de público deve ter mais atenção e tudo que um monitoramento de qualidade pode fazer por você.

Fico por aqui. Sabemos muito bem que cada ponto desse aqui se desdobra em várias etapas, e dá muito trabalho. Portanto meu conselho final é que para o objetivo final sejam traçadas sub-objetivos, que possam ser trabalhados separados e por etapas, para que se possa ter a atenção e organização devida para que toda a estratégia de marketing digital político funcione como previsto (se é que é possível prever algo…).

Mayko Franceshi é consultor de marketing digital da Magoweb/MS

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agosto 2, 2010 por admin | Marketing Digital

Artigo | Cinco diretrizes de marketing digital para campanhas políticas

Silvio Tanabe

O Brasil já possui quase 70 milhões de internautas, que passam quase três vezes mais tempo diante do computador do que na TV. O país está entre os dez com maior número de usuários de redes sociais e o segundo no Twitter. Quase 60% das pessoas só concretizam um negócio depois de pesquisar a web.

Sem dúvida, a internet já faz parte de nossas vidas: nos relacionamentos, no lazer, no trabalho, nas compras, nos negócios. E em 2010 vai passar a fazer parte também da nossa política. Pela primeira vez no Brasil as redes e mídias sociais terão poder de influência sobre as eleições para presidência, governos estaduais, senado e Câmara dos Deputados. Se o impacto será tão grande quanto o que elegeu Barack Obama nos EUA ainda é cedo para dizer, mas com certeza vai mudar a forma de se fazer política no país.

Por um lado, amplia-se a possibilidade de comunicação dos candidatos (que não se restringe mais apenas à mídia tradicional e ao jurássico “horário eleitoral gratuito” no rádio e na TV) garantindo repercussão imediata, como o recente “twitaço” da candidata Marina Silva que garantiu 100 mil novos seguidores em apenas um dia. Por outro, abre um canal direto para o eleitorado acompanhar e cobrar os candidatos, o que os obriga a ser mais transparentes em suas ações.

Para se adequar à internet e conquistar os eleitores, os candidatos precisam inserir suas campanhas no ambiente digital e isso requer novas diretrizes, em muitos casos totalmente opostas às campanhas tradicionais. Por esse motivo veremos a dificuldade de muitos em se adaptar, pois os meios de comunicação da internet como os blogs, redes e mídias sociais não são apenas veículos de propaganda, mas formas de diálogo com os eleitores, opinião pública, imprensa e a sociedade como um todo. Dessas diretrizes, as principais são:

Descentralização: Ao contrário das campanhas tradicionais, que tendem a monopolizar toda a comunicação e disseminação de mensagens, a ordem na internet é descentralizar, ou seja, incentivar os correligionários e simpatizantes a criar os próprios meios para divulgar seus candidatos. Nesse caso, o comitê da campanha funciona como uma fonte de referência de conteúdo, colocando à disposição informações e notícias e fornecendo orientação a quem quiser formar a sua comunidade em prol do candidato ou partido.

Interação: A internet permite que, além dos comícios, do rádio e da TV, também seja possível interagir virtualmente por meio das redes e mídias sociais. Essa participação é tão importante quanto à presença física, pois permite ter contato direto com um número muito maior de eleitores.

Mobilização: Talvez este seja o maior desafio dos partidos e dos candidatos nesta e nas próximas eleições. De acordo com a empresa de pesquisas ComScore, somente 2% dos internautas brasileiros acessa sites com conteúdo político, número bem inferior aos 9,8% dos norte-americanos, indicando o baixo interesse pelo assunto. Portanto, para mobilizar o eleitor a não apenas escolher o candidato mas também promovê-lo em comunidade ou redes de relacionamentos, também é necessária uma mudança de postura. Não bastam mais as promessas de campanha; elas devem ser acompanhadas pela defesa de causas (sociais, ambientais, educacionais, etc.) que sensibilizem os eleitores e os identifiquem. Nas eleições presidenciais americanas, isso ficou bem claro na campanha “Yes, we can!”, que mobilizou sobretudo os jovens.

Transparência: A internet é uma arma importante para fazer com que a honestidade e a transparência deixem de ser uma opção para se tornar uma obrigação no meio político. É o principal meio para a sociedade pressionar os órgãos públicos a serem mais transparentes em relação aos gastos e, com a recente regulamentação das doações via internet, isso tende a se estender também para as campanhas eleitorais. A partir de 2010 qualquer pessoa poderá fazer doações por meio do site do candidato, que fará o registro e identificação de cada doação. Todos os dados serão utilizados para prestar contas após a eleição e, caso estejam irregulares, o candidato corre o risco de ter sua posse impugnada ou se tornar inelegível nas futuras eleições. ONGs também tem usado a internet para incentivar os políticos a serem mais transparentes e o exemplo mais recente é o site www.fichalimpa.org.br que mostra o histórico dos candidatos.

Monitoramento: A internet vai muito além das pesquisas de intenção de voto e permite que seja possível monitorar, de forma quase imediata, o impacto sobre as ações realizadas durante a campanha. É possível monitorar quais assuntos geram maior repercussão ou porque determinado candidato tem a preferência sobre o outro. Em uma campanha de curta duração, usar estas informações para direcionar as ações pode representar o sucesso ou o fracasso na eleição.

Ao contrário das campanhas tradicionais, a aplicação destas cinco diretrizes não termina com a eleição. Assim como promoveram seus candidatos, os internautas vão continuar a fazer uso da web para acompanhar e fiscalizar o seu trabalho no novo mandato. Por sua vez, os políticos devem continuar a usar a internet para manter o canal de relacionamento com seus eleitores, imprensa e opinião pública em geral.

É por isso que estas eleições são um verdadeiro divisor de águas na política brasileira. A partir de agora, nada será como antes.

Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb/SP

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julho 24, 2010 por admin | Marketing Digital

Não perca amanhã o webinar “Cinco dicas essenciais para fazer negócios com seu blog”

Presença no Google, criação de marca, diferenciação competitiva, relacionamento com clientes, SAC, comunicação interna, relações públicas. Um blog bem planejado pode atuar de todas estas formas, contribuindo para aumentar os resultados das empresas.

Se você quer saber como desenvolver esse trabalho, faça já sua inscrição gratuita para o Magowebinar (palestra virtual) “Cinco dicas essenciais que você precisa saber para fazer negócios pelo BLOG”, que acontece amanhã, dia 28, às 16h30, através do link http://www.magoweb.com/promo/blog/apresentacao.html

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